Livros Gratuitos – Biblioteca Digital Portátil

Olá. Lancei hoje uma campanha na Kickante para coletar fundos para o projeto de uma “biblioteca pública, portátil, de baixo custo e totalmente baseada em software livre feita para distribuir livros de domínio público ou de licença aberta”.

Um protótipo já está em funcionamento em Arapiraca, na localidade 9°46’36.8″S 36°38’39.0″W (https://goo.gl/maps/CRdAQztR6ED2).

Visitem a página da campanha:

http://www.kickante.com.br/campanhas/livrosgratuitos-biblioteca-digital-portatil

Peço aos que tiverem interesse no projeto para divulgar a campanha e/ou contribuir.

Agradeço-lhes.

CC0 1.0 To the extent possible under law, Anderson N. Nunes has waived all copyright and related or neighboring rights to Livros Gratuitos – Biblioteca Digital Portátil.

1 Resultado

  1. Cópia de envios ao mini blog da Kickante:

    Bibliotáxi

    Caso de uso: alguns serviços de táxi contam com livros de livre acesso. Se eles optassem por uma Biblioteca Digital Portátil, poderiam oferecer uma gama muito maior de livros através de um mecanismo que ocupa uma pequena fração do espaço ocupado por livros físicos. Inclusive, os não passageiros seriam favorecidos, pois, enquanto o táxi estivesse estacionado, pedestre em um raio de distância ao redor do veículo também teriam acesso aos livros.

    Bens Públicos e Financiamento

    A distribuição de bens públicos, como informação, pode ser financiada através de propaganda, coeção (estatização) ou por retribuição na forma de presentes (leia o artigo citado abaixo para entender o significado específico de presente neste contexto).

    Como anarquista/objetivista/libertário, rejeito o financiamento por coeção – mas este assunto não será abordado agora.

    Também rejeito o financiamento através da exibição de propagandas, pelos motivos apresentados no artigo “DeLong, J. Bradford, and A. Michael Froomkin. 2000. “Speculative Microeconomics for Tomorrow’s Economy.” First Monday 5 (2). doi:10.5210/fm.v5i2.726.”.

    Abaixo deixo um trecho do artigo que aborda a questão de financiamento por propaganda:

    “In the case of network television,
    audience attention to advertisements was more or less unconnected with
    audience involvement in the program.

    This created a bias toward lowest-­common­-denominator programming.
    Consider two programs, one of which will fascinate 500,000 people, and
    the other of which 30 million people will watch as slightly preferable to
    watching their ceilings. The first might well be better for social welfare.
    The 500,000 with a high willingness to pay might well, if there were a
    way to charge them, collectively outbid the 30 million apathetic couch
    potatoes for the use of scarce bandwidth to broadcast their preferred
    program. Thus, a network able to collect revenues from interested
    viewers would broadcast the first program, seeking the applause (and
    the money) of the dedicated and forgoing the eye­glazed semi­attention
    of the larger audience.”

    Antes de reclamar do estado da cultura ou da educação, pense que ela é somente resultado de a disseminação de informações ter sido delegada ao estado e à mídia financiada por propaganda. Melhor que reclamar, é começar a agir, o que significa pagar pela produção de informação. Se não para este projeto, para algum outro. Evite reclamar do conteúdo produzido se não ajudastes a criar um ambiente que incentiva a produção de conteúdo de qualidade. Se não pagaste, não reclame.

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